... porque o sol depois da chuva limpa os olhos
e nos arrasta para o silêncio barulhento
das aves
Um vazio profundo, portanto, se estiver procurando algo, pule para o próximo blog.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
...
o que eu posso fazer?
se a vida é um engano
se o certo parece um rumo incerto
se tudo é sempre profundo vazio
se às vezes eu só queria o teu braço
se quase sempre é quase nunca te ter
o que eu posso fazer?
se a vida é um engano
se o certo parece um rumo incerto
se tudo é sempre profundo vazio
se às vezes eu só queria o teu braço
se quase sempre é quase nunca te ter
o que eu posso fazer?
domingo, 14 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Animal sonhador
de olhos arfantes
correndo vias
endireitando os ombros
sonhando forte
nem sabe ao certo quem é
mas sabe exato quem não quer ser
escravo das horas distantes de um futuro burro que é seu eterno presente
(sonhei com um gato sem patas e tive pena
quando acordei
quem estava sem patas
era eu)
correndo vias
endireitando os ombros
sonhando forte
nem sabe ao certo quem é
mas sabe exato quem não quer ser
escravo das horas distantes de um futuro burro que é seu eterno presente
(sonhei com um gato sem patas e tive pena
quando acordei
quem estava sem patas
era eu)
segunda-feira, 11 de julho de 2011
passeio
passeávamos de mãos dadas
eu e você pelos campos sedosos de um lençol
e o seu perfume se confundia com o das flores do caminho
eu e você pelos campos sedosos de um lençol
e o seu perfume se confundia com o das flores do caminho
domingo, 26 de junho de 2011
penso em ti poeticamente
penso em ti poeticamente
e sempre gostaria de ser-te
nas nuvens do céu que assombram
as gotículas miúdas de ti
que ressentem antigas sensações
de um horizonte em que sol se esvai
e meus olhos vão-se com ele
a pensar em ti
a sonhar-te aqui
e os primeiros sopros de ti
são os que sopram-me no peito arrepios
e sempre gostaria de ser-te
nas nuvens do céu que assombram
as gotículas miúdas de ti
que ressentem antigas sensações
de um horizonte em que sol se esvai
e meus olhos vão-se com ele
a pensar em ti
a sonhar-te aqui
e os primeiros sopros de ti
são os que sopram-me no peito arrepios
Assinar:
Postagens (Atom)
